
Pit bull marron com branco porte medio tem uma cicatriz do lado direito da barriga de queimadura ...
Ela tem um problema de saude que se nao controlado as patas e pescoço dela incham e sangram é castrada docil e brincalhona
Pessoas afirmam que viram um home colocando ela em um carro na rua Arthur Martins Franco em frente a empresa Tecmetal ...
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INFORMAÇÕES IMPORTANTES
Adote um Amigo!
Aqui você encontrará cachorros e gatos que estão a procura de um novo lar. Também divulgamos animais achados e perdidos e eventos relacionados à Proteção Animal.
Se interessou por um novo amigo?
Cada animal tem um protetor responsável. Você deve entrar em contato através dos e-mails e telefones que estão no anúncio do animal.
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O Cãopanheiro Curitiba apenas divulga voluntariamente os anúncios e não se responsabiliza pelas informações prestadas.
Pit Bull perdida
Diversos gatinhos - adoção
Cão encontrado
Pitucha - adoção

A Pitucha precisa urgente de um lar, mas precisa ser unica na casa é mto amorosinha com pessoas, porém é mto ciumenta com outros cães. Tem em torno de 5 anos esta castrada, caso não consiga encontrar um lar pra ela terei que devolve-la ao local que foi encontrada. Ela tem uma fratura calcificada na pata dianteira ja foi resgatada assim, será que tem uma pessoa que tenha paciencia , carinho e amor pra dar a ela.
Contato: (041) 91161919 / 9900678
Murilo - adoção
Joca - adoção

Joca é um neném que esta a procura de um dono para dar e receber carinho, ele é mestiço labrador e ficará com porte grande, venha conhece-lo, você não ira se arrepender, a protetora Marina pode te apresentar esta fofura com pelos pretos como a noite!!
Contato: 3274-3651 ou 9654-0438 por e-mail juliana.rosa@sesipr.org.br
Denúncias do Carnaval e adoção na SPAC


Adotem estes amadinhos!!
A Lessie chegou a Sociedade Protetora dos Animais de Curitiba (SPAC) no dia 18 de fevereiro de 2012. Uma vizinha de sua família pediu ajuda, pois estava sem cuidados com ferimentos em necrose. Foi atendida pela Dra. Flávia Bianca Pereira. Já havia perdido parte da orelha direita e estava com a corrente enterrada no pescoço. Aguarda adoção na entidade. O responsável pelos maus tratos irá responder por crime ambiental junto a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA). Ela é muito dócil, parece uma mestiça de labrador.
O pitbul idoso de nome Escobar chegou para atendimento na SPAC no domingo dia 19 de fevereiro de 2012. Novamente os vizinhos o levaram, pois a família não tomou conhecimento do seu estado de saúde. Foi atendido pela Dra. Cristiane Matiollo. Está com tumor no pênis em estágio avançado. Foi aplicado uma sessão de quimioterapia e aplicado e prescrito outros medicamentos. Ele será avaliado novamente neste fim de semana e deverá receber nova sessão de quimio. Está sob a responsabilidade dos vizinhos, mas precisa de um lar responsável. Não aceita outros animais. O responsável pelos maus tratos responderá por crime ambiental.
Além dos animais atendidos com denúncias de maus tratos na SPAC no Carnaval, há outros que chegaram para socorro e que aguardam adoção na entidade.
As famílias que quiserem conhecê-los podem ir pessoalmente a SPAC nos horários de atendimento ao público munidos de documento de identidade, comprovante de residência, caixa de transporte para gatos, guia para cães e assinar termo de responsabilidade.
Todos os animais são castrados na entidade.
Segue em anexo fotos da Lessie e do Escobar.
Soraya Simon
Sociedade Protetora dos Animais de Curitiba
www.spacuritiba.org.br
informativo@spacuritiba.org.br
Laura - Doação
Mestiço de Rottweiler - Achado
ENCONTRADO
Esse lindo cão foi encontrado terça, 21/02, no Bom Retiro, perto da Opet. É um macho de porte médio pra grande, parece ser mestiço de rottweiler. Apesar de bastante machucado, parece ter sido bem cuidado. Pode ter se machucado tentando fugir.
Ele é super dócil com pessoas e animais. Segundo vizinhos ele está na rua há alguns dias.
Estou procurando o dono. Se não encontrá-lo, ele será doado castrado pra uma família que tenha espaço e o queira como animal de estimação e não de guarda.
Contato
Carol 8862-1325
cotocao@gmail.com
Urso - Doação
Clarinha - Doação
KIKA - DOAÇÃO

Sou bem dócil, não gosto de briga. Tenho 8kg e pareço uma poodle com pelos rebeldes. Preciso de muito carinho, porque já sofri muito e como estou morando num abrigo com muitos cães, gostaria de ter a minha casa. Então, se gostou de mim, liga pra minha madrinha, que ela pode me levar pra gente se conhecer.
Contato: 41-9688-8392 ou adriguila@gmail.com
Lulu - Doação
Doris - adoção
Esta é Dóris, dia 02/02 ela completou 4 meses, saudável, vacinada, castrada, será de porte médio, a mãe srd, o pai parece ter sido labrador, é dócil, convive com vários cães (pequeno, médio, grande), interage bem com as pessoas, mas não é pegajosa. Por ela estar num hotel, nunca ficou sozinha, não sei como se porta.
Contato: 9231-4025 / 3365-6953
Lady - adoção
Penélope - Bull Dog perdida
Luiza - adoção
Fêmea porte pequeno - adoção
Sophie - adoção
Cadelinha perdida - urgente
Cachorrinha encontrada
Encontramos vagando pela rua essa cachorra pretinha, ela esta bem cuidada, com as unhas cortadas, orelha limpa, pelo limpo, sem pulgas...
Imagino que ela tenha fugido de algum lugar, andamos pelas quadras e ninguem a reconheceu...
Ela ainda é filhote, imagino que uns 4 meses... porte médio...
não sei se ela esta castrada, imagino que não.
Contato: Karla Cristina 41 8445 7203 e-mail karlacristina_v@hotmail.com
Fêmeas - adoção
Cães especiais - adoção

Os cães velhinhos e os cães deficientes precisam de muito amor, muitas vezes são vítimas do descaso e crueldade dos seres humanos. Existem centenas deles abandonados por aí, esses dois tiveram a sorte de serem resgatados e estão para adoção.
Se vc não teve a experiencia de ter um animal deficiente, experimente, eu já tive um gato cego, e foi maravilhoso, aprendi a ser paciente, a generosidade tomou conta de mim e o amor pelos animais aumentou, me tornei uma pessoa melhor.
O Kiko é um cãozinho velhinho e quase cego. Estava abandonado na rua há poucos meses atrás. É muito dócil, precisa de um ambiente tranquilo, pois não tem mais pique e visão para ter atividades. Está saudável e castrado. Pequeno porte.
O Pirata, abandonado, foi atropelado, e como demorou o resgate ele perdeu um olhinho, mas é todo faceiro, anda por tudo, é saudável e castrado. Adulto, pequeno porte.
Se vc quer dar uma segunda chance a eles ou conhece alguém que queira e pode, repasse meu email. Eles merecem um lar amoroso. São muito dóceis.
Contato: Sonia - 9156 82 56.
Luky - adoção
Tinho - adoção

Doa-se lindo gatinho, chamado Tinho, macho, preto e branco de olhos verdes e aproximadamente 3 meses de idade.Ele é muito dócil e brincalhão.Já está desverminado, vacinado e já foi aplicado anti-pulgas.Faremos a castração do gatinho, assim que atingir idade suficiente para a cirurgia, sem nenhum custo para o proprietário.
Contato: Gladison ou Daniele telefones 9203-4725/8832-6618 danieleotto@onda.com.br
Tigre - adoção

Estamos doando um filhote de cachorro, macho, com aproximadamente 3 meses.
A mãe dele deu cria num terreno baldio, nos fundos da minha casa. Conseguimos doar os outros cinco irmãos e a mãe.
Só falta arrumar um lar para ele. Está vacinado e já tomou vermífugo.
Contato:(41) 9642-0439 ou no e-mail: eneidafantin@gmail.com
Cravo - adoção
Jimy - adoção
Canela - adoção
Margarita Voltou pra Casa - Depoimento Emocionante! Protejam seus amigos!

Venho agradecer a toda essa equipe maravilhosa que me ajudou a encontrar a dona da senhorita Margarita.
Quando o filho da dona, Carlos Tadeu, soube da perda, escreveu uma crônica sobre o quão importante essa cadelinha é, e o quão triste eles ficaram sem ela. Felizmente, a história teve seu final modificado.
Segue abaixo o texto "Margarita, adeus sem despedida", por Carlos Tadeu:
"Na quinta feira perdemos a Maga. Saiu de fininho, aproveitou uma brecha do portão, um instante de descuido, e ganhou o mundo, ainda que isso não pudesse ter o menor significado para um ser que passou toda a sua vida guardada por quatro muros intransponíveis, ainda que, sempre sob os mimos e cuidados dos que dela gostavam.
O mundo era o que estava ao alcance dos seus olhos, sempre vívidos, a especular do portão gradeado da frente do quintal, defronte à pracinha, com grande movimento de jovens e adultos passeando com seus respectivos animais de estimação. Essa era a maior das suas diversões: encrencar com qualquer cão que ameaçasse acercar-se dos seus domínios.
Quando estava recolhida nos fundos do quintal, sua bronca era com as pipas e papagaios da molecada. Invasão de espaço aéreo. Quando a molecada “dava um tempo”, os aviões eram os alvos, e quanto mais baixo passavam, maior a encrenca. Novas invasões de espaço aéreo.
Brigar ou morder alguém, jamais. Bom, teve um dia em que o meu filho caçula, junto com o filho do vizinho, tanto fez que a pobre coitada viu-se na obrigação de revidar. Escolheu o filho do vizinho e tascou-lhe uma boa, mas, superficial mordida na bunda. Foi o único episódio no qual a danada nos botou em saia justa, a não ser aquela outra vez, em que resolveu tomar para si os filhotes recém paridos de uma gata branca que morou algum tempo na casa da minha mãe. Deu o que falar pra fazer a Maga entender que não era ela a mãe dos filhotes, mas, enfim, se acertaram. Criaram-se todos juntos, como se fosse mesmo uma família. Aliás, diga-se de passagem, por aqui viveram, durante sua longa estadia, outros cães e gatos, sempre recebidos de forma harmoniosa. Quando mais velha, já não tinha tanta paciência com os outros bichos; apenas os tolerava.
Maga chegou aqui em casa lá pelos idos de 93 ou 94, daí o nome, Margarita, em homenagem à então Primeira Dama do Município. Quem a trouxe, foi o Marquito, pai de um amigo meu. Eu não estava em casa. Minha mãe, que sempre gostou de bichos, ainda reclamou: “mais um cachorro pra eu cuidar” (os outros, só podiam ser eu e meu irmão – pois, à época, não tínhamos outros bichos).
De qualquer maneira, Margarita, ou Maga, como logo ficou conhecida, foi levando sua vidinha, apegando-se mais à minha mãe e ao mano, não só pelo fato de eu ter morado fora durante algum tempo, viajando num sem cessar, mas, também em virtude do nascimento do meu filho caçula, que tomou conta das atenções em geral.
O tempo foi passando e Maga foi ficando. Além da minha mãe, Maga tinha um carinho especial pelas crianças, meus dois filhos, crescendo e se acostumando a dividir suas vidinhas com aquele serzinho baixo e comprido, com quatro pernas muito tortas, orelhonas caídas e um olhar cativante. O rabo era um movimento do tipo moto contínuo, incessante. Batia, com força, em tudo e todos, constantemente.
No domingo de manhã, quando minha mãe chegava da missa, Maga não se continha, não sabia o que mais fazer para expressar sua alegria pelo retorno da “Velha”; latia, chorava ... acho que até sorria. Não podia ser diferente. O entendimento entre elas era maior do que entre amigas. Era confidencial.
Passaram-se cães, gatos e gentes, e a Maga ficou, sempre limitada aos muros da casa onde viveu seus últimos dezoito anos.
É, é isso mesmo, quando percebemos, já se tinham passado dezoito anos, e a velha Maga continuava por ali. No domingo de manhã, quando já tinham ido à missa, eu ia tomar o primeiro café do dia na casa da minha mãe. A Maga, que já estava a minha espera, ao ouvir minha chegada, começava a sua bronca, rosnando, chorando e arranhando a porta. Da sua bronca, guardo lembranças. Os arranhões ainda estão lá, no mesmo lugar – marcas profundas, lembrança marcada pela realidade.
De repente, estando todos plenamente acostumados e, porque não dizer, preenchidos com a sua presença, com o pessoal gracejando que ela já estava “fazendo hora extra”, de repente, assim de repente, a Maga foi embora.
Maior do que o sentimento de perda é o sentimento de “não saber”. Pois, além de velha, muito velha mesmo, meio cega, completamente surda, ela mal conseguia sustentar-se nas pequenas, tortas e doloridas pernas (o que já tínhamos constatado). “Não sabemos” que fim levou. É inexplicável, pois, simplesmente sumiu. Escafedeu-se.
Foi embora. Essa é a realidade. Se morreu ou se foi salva são conjecturas e, como bom agnóstico, em que pese a prova de fogo, tenho que manter-me fiel aos conceitos que adotei. A questão já não me pertence. Discutir o insondável é obra que não coaduna com o agnosticismo, que se atem à realidade, cujo efeito é conhecido, ao passo que as “verdades” que lhe deram causa, não passam de suposições, idéias ou imaginação.
De qualquer forma, nada me impede de registrar um momento de vida – um fato – uma realidade que, só agora descubro, não foi vivida com a intensidade que merecia.
Agora sei que a Maga não era apenas um velho animal de estimação andando de lá para cá; hoje – é sempre assim né?!, o valor do que se perde só é conhecido depois da perda – hoje, sei que ela também nos estimava; hoje, sei que ela, à sua maneira, fazia parte da família. Morava em nossos corações, assim como morávamos no dela; compartilhou nossos momentos de alegria e tristeza durante dezoito longos anos das nossas vidas, talvez por isso, neste momento, eu esteja sentindo a necessidade de expressar o meu sentimento de falta e, apesar da certeza(*) de que nunca mais a veremos, continuarei ouvindo o irritante latido daquela cadela, no seu ir e vir esfuziante ao longo do portão da frente, de onde podia observar o mundo, o mesmo mundo que acabou engolindo-a.
Não disse adeus, apenas foi embora ...
MAS, o que seria da vida sem o acaso? Sem o inesperado? Sem os mistérios que a envolvem?
O que seria da vida se todas as “certezas” fossem certas.
Com razão o musicista – ao qual peço a liberdade de fazer uma rápida adaptação:
O acaso vai nos proteger – Enquanto andarmos distraídos – O acaso vai nos proteger – Enquanto andarmos...
Pois, por acaso, Klaus e Bárbara encontraram Margarita e fizeram o máximo esforço para nos encontrar.
Pessoas com o Klaus e a Bárbara, me fazem ainda ter um pouco de esperança na humanidade. Mais do que terem encontrado e devolvido o nosso velho e querido animal de estimação, deram mostras de que o ser humano pode ser bom.
Muito obrigado.
Carlos Tadeu, 17 de fevereiro de 2012"
Beijão, Bárbara.
Bebes precisam de ajuda urgente
Lalinha - adoção
Gatinhos - adoção
Cachorrinho encontrado
Está nas ruas - adoção
Mesticinha Poodle Encontrada - Fugiu

Infelizmente, por um descuido de segundos ela fugiu. Tentei de td pra
alcançá-la mas não consegui. Retornei de carro com a Mara e andamos
pelos arredores sem sucesso.Tem muita área com mato, ela subiu em
direção ao Pequeno Cotolengo, desesperada. Ela é muito medrosa e está
louca pra voltar pra casa. Quando a resgatei levei algumas mordidas pq
ela estava com muito medo. Se alguém a vir, por favor, tenha muito
tato pra pegá-la pq ela está no desespero total.
Já tinha até confeccionado os cartazes e iria distribuir amanhã. To
mal pq ela é muito frágil e está à mercê de maldades e de ser
atropelada.
Qualquer notícia , entrem em contato comigo Sol 3274-0829 ou 8845-8836
Bebes - adoção urgente
Chiquinha - adoção
POODLE ENCONTRADO

Procura-se o dono desse poodle, macho, adulto. Ele está vagando pelo jardim do CIETEP desde às 15h20. Chegou pela rua Alberto Tardoski - Jardim Botânico. Tentei lhe dar água, mas não bebeu, está tremendo de medo, mas deixou fazer carinho. Está tosado.
POR FAVOR, DIVULGUEM, PARA QUE ELE VOLTE PARA CASA!!!
michelle.martiniski@fiepr.org.br

























