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Fim de ano é época de festas e alegrias, mas também de fugas por pânico de fogos de artifício, medo, falta de atenção!


Natal e Réveillon
As comemorações de final de ano são ótimas e alegres para você e sua família. Não esqueça que tem um membro que tem quatro patas e nem sempre reage como você e os demais. Ele precisa de carinho, cuidados e respeito! Cuide do seu animal e zele pelo conforto de quem tanto te ama! Boas festas a todos vocês!
Fim de ano está chegando ao fim e o clima de euforia e entusiasmo pelas novidades do ano por nascer já afetam a todos nós. Mesmo os que ficam mais taciturnos no Natal são contagiados pelas energias positivas e esperançosas da virada de ano. Como todos, também estou ansiosa por um novo ciclo, pela oportunidade de fazer diferente, melhor. Mas algumas coisas permanecem as mesmas e precisam de nossa atenção. Todos os anos fogos de artifício provocam fugas e acidentes com cães e gatos. Nós que os respeitamos e cuidamos precisamos estar preparados para ajudá-los a sofrer o menos possível nestas ocasiões. Um excelente e próspero 2012 a todos, com muitos bons momentos ao lado de nossos amigos de pata!
Fugas I
Festas de fim de ano costumam deixar nossas casas mais movimentadas, com amigos, parentes e funcionários indo e vindo a todo momento. Além das visitas que podem deixar portões abertos, há o pavor que alguns peludos têm dos fogos de artifício, também mais comuns nesta época do ano. Todos estes fatores contribuem para a fuga de cães e gatos, que podem ficar perdidos para sempre. Prevenção é a melhor alternativa. Mais do que nunca, mantenha seus animais identificados 100% do tempo. Vale tudo: escrever seus telefones em coleiras, pendurar identificadores em peitorais, coleiras e guias e microchipar a turma toda!
Fugas II
Caso seu cachorro tenha pânico de fogos de artifício, prepare um esquema reforçado de segurança para ele, não só contra fugas, mas contra acidentes que o terror pode provocar. Se ele tem canil, que este esteja confortável e bem trancado, pronto para receber seu cão durante o foguetório. Deixá-lo em um cômodo da casa em que ele não tenha como se machucar também é uma opção. Se isto não for possível, então compre, empreste ou alugue uma caixa de transporte para deixá-lo confinado nas horas críticas, sem ter como se machucar ou fugir. Seja como for, coloque algodão em seus ouvidos para diminuir o medo dos fogos. Outra alternativa é deixá-lo em uma hospedagem para cães nas noites de festa.
Audição canina
Cães com orelhas caídas escutam tanto quanto os com orelhas em pé e todos ouvem barulhos a distâncias quatro vezes maiores que nós, humanos. Ou seja, se você escuta um copo quebrando a um metro, seu cão escuta a quatro metros. Ele também tem capacidade para ouvir sons de freqüências menores e maiores, para as quais somos surdos! Leve isto em consideração ao expô-lo a barulhos e músicas altas. Respeite tanta competência!
Dicas:
  • Estômago cheio e pânico dos fogos de artifício podem ser fatais;
  • Cuidado com acidentes com a decoração festiva: um cão/gato apavorado é imprevisível;
  • Não acorrente seu cão, ele pode enforcar-se ao tentar fugir apavorado;
  • Não deixe vários cães juntos, eles podem brigar até a morte, irritados com o barulho;
  • Mantenha seu cão/gato com coleira e identificador com seus telefones e endereço atualizados;
  • Não medique seu animal por conta própria. Ao tentar sedá-lo, você pode matá-lo.

Choro Canino



Entendendo o choro do cão


            Assim como os seres humanos, os cães também choram, seja para demonstrar algum sentimento, seja para demonstrar dor. Mesmo que não vejamos nenhuma lágrima escorrendo dos olhos de um cachorro, sabemos quando ele está chorando por meio dos sons que emite, tais como ganidos e pequenos uivos.
            Em primeiro lugar, o motivo principal pelo qual um cachorro pode chorar é para demonstrar a falta de alguma necessidade básica. Pode ser que ele esteja com sede ou com fome, por exemplo. Ou pode ser que o ambiente em que ele se encontra não esteja muito propício para o seu bem-estar.
            Um outro motivo pelo qual um cão costuma chorar é para demonstrar solidão. Cachorros são seres sociáveis, portanto, não devem ficar muito tempo sozinhos. Outros fatores que também causam o choro canino são mudanças drásticas na rotina do animal, como, por exemplo, quando o filhote se separa da mãe. O choro do cão ainda pode indicar algo mais sério, como algum problema de saúde.

            Ou, no fim, pode ser apenas manha e o seu cachorro só quer chamar a sua atenção. De qualquer modo, é sempre bom ficar atento aos sinais e não deixar faltar nada para o seu animal. 

Quais são os benefícios de se castrar o seu cachorro?


E então você chega em casa e encontra o pé da mesa roído. Caminha mais um pouco e a cozinha está com urina em toda parte. Você limpa tudo, tenta dar bronca no seu cachorrinho pelo mal comportamento e sai para levar o seu amiguinho  para dar um passeio, mas ele insiste em querer brigar com tudo que se move ao seu redor.
Não tem jeito! Apesar da fofura, os cachorrinhos apresentam comportamentos que podem causar transtornos para os seus donos. Para amenizar estes comportamentos, já está mais do que na hora de castrar o seu pet.
A médica veterinária do Hospital Veterinário HV Pró Vita, Rhéa Cassuli Lima dos Santos, explica que mais do que melhorar  o comportamento, a saúde do cachorrinho ganha - e muito - com este procedimento.
Benefícios para a saúde se castrar um cachorrinho logo cedo
Os benefícios são vários. Para os machinhos, reduz muitas coisas como:
- as chances de neoplasias de testículo;
- o comportamento territorial (a vontade incontrolável de demarcar/urinar);
- a agressividade;
- comportamento de cruza e
- as chances de fuga.
Já para as fêmeas, a castração é ainda mais benéfica pois reduz:
- as chances da cachorrinha desenvolver câncer de mama, útero e ovários;
- possibilidades de infecções uterinas, mastites, gravidezes indesejadas, assim como os problemas com a gravidez psicológica (pseudociese) e no comportamento de formar ninhos e
- a agressividade.
Quanto mais cedo é feita a castração das fêmeas, menores são as chances da cachorrinha sofrer com câncer de mama na vida adulta.
O comportamento do cachorro realmente se altera para melhor
Rhéa Cassuli explica que a mudança de comportamento pode ser facilmente observado. "Muitos fatores que impulsionam ou motivam comportamentos são hormonais. Alguns comportamentos que seriam normais e muito úteis na natureza, como demarcar territórios, não são bons ou aceitáveis dentro de casa" afirma a média veterinária observando que é fácil perceber que até mesmo o cheiro da urina de cães ou gatos não castrados é mais forte.
Procedimento para machos e fêmeas: quais as diferenças?
Os procedimentos para castração de machos e fêmeas são bastante diferentes. "No caso dos machos é a orquiectomia, ou seja, a remoção cirúrgica dos testículos. No caso das fêmeas é realizada a ovário salpingo histerectomia (OSH), ou seja, a remoção cirúrgica do útero, ovários e anexos. Embora a cirurgia dos machinhos seja muito menos invasiva, ambas são procedimentos rotineiros e já muito bem estabelecidos" esclarece Rhéa Cassuli.
No entanto, doutora Rhéa lembra que não é bom desprezar os riscos e diminuir a importância de um bom preparo e suporte. "É preciso realizar os exames pré cirúrgicos e pré anestésicos. A importância da anestesia inalatória acompanhada reduz os riscos ao mínimo possível".
Recuperação rápida
Não há muito mistério. Normalmente, os animaizinhos estão liberados para ir para casa no mesmo dia, após algumas horas de observação e de se recuperarem 100% do procedimento anestésico. "Cada animalzinho deve ser observado e monitorado para se ter certeza de que está realmente apto para receber alta e ir embora. Cada indivíduo é único e responde de forma diferente aos mesmos fatores. Por isso devem receber atenção especial" afirma Rhéa Cassuli.

Condomínios não podem proibir animais domésticos em apartamentos



Colapso de traqueia em cães

http://www.clubeparacachorros.com.br/saude/doencas/colapso-de-traqueia-em-caes-causas-sintomas-e-caes-mais-propicios/

Colapso de traqueia em cães

Entenda o que é o colapso de traqueia, quais os principais sintomas e por que acontece

É comum vermos nossos cães engasgando, e isso normalmente causa muita angustia. Mas isso, ao contrário do que muitos pensam, não é apenas devido a alimentação. Pode ser ocasionada ainda pelo colapso de traqueia.

Colapso de traqueia  – O que é?

Através da traqueia, um grande tubo com anéis de cartilagem, é que o ar que respiramos pode chegar aos pulmões, e isso acontece da mesma forma nos animais. O colapso de traqueia acontece não apenas nos cães, mas também nos gatos, quando existem algum tipo de problema na anatomia normal do órgão na região do pescoço até o início do peito. Quando isso existe, há uma alteração no formato da traqueia prejudicando, consequentemente, a respiração.
Colapso de traqueia em cães
Foto: Reprodução
Com isso, a tosse e os engasgos frequentes que, aparentemente, não tem motivo algum, surge como um dos principais sintomas que aparecem em seu cão que tem este problema.

As causas da doença

Existem diversos fatores que podem influenciar na ocorrência dessa doença, não sendo algo muito claramente definido. Alguns pontos em comum como genética, doenças infecciosas e o processo de envelhecimento podem ser fatores que colaboram com o aparecimento dos sintomas dessa doença. É possível, inclusive, que um cão nasça com esse problema mas passe muitos anos sem demonstrar sintomas ou crises, até que um fator desencadeia a crise.
Esses fatores podem ser inalação de produtos de limpeza tóxicos, traumas na região do pescoço, infecções, intubação para cirurgias ou obesidade, podendo estes, inclusive, piorar a situação dos cãezinhos.

Quais cães estão sujeitos?

Alguns cães de raças miniatura ou ainda de focinho achatado, principalmente acima dos cinco anos de idade, são vítimas mais frequentes deste problema. No entanto, não são apenas eles que podem sofrer desta doença. Os yorkshire são os que mais sofrem com este problema, seguidos dos poodleschihuahuas, lhasas apso e lulus da pomerânia.
A doença é mais comum em cães, mas também pode acontecer em gatos, portanto independentemente do seu pet, fique sempre atento.

Os principais sintomas

É importante, ao notar qualquer alteração em seu cão, leva-lo ao médico veterinário, pois os sintomas dessa enfermidade podem variar.
Entre os sintomas mais comuns, estão:
  • A tosse curta, alta e seca, parecida com um grasnar, podendo aparecer depois de um curto passeio ou pequeno esforço;
  • Dificuldade para respirar acompanhada de sons anormais semelhantes aos roncos, além dos latidos roucos;
  • Mucosas como as da gengiva, durante a crise, podem adquirir uma coloração azulada ou ficar pálidas – cianose;
  • Desmaios súbitos e perda da consciência devido a angústia respiratória.
A doença, infelizmente, não tem cura. No entanto, a ida ao veterinário ao surgirem qualquer um dos sintomas citados acima, poderá amenizar o sofrimento do seu cão com as instruções dadas. É importante que seu cão com colapso de traqueia nunca use uma coleira de pescoço. Opte sempre pelas coleiras peitorais e, além disso, procure pegar leve nos exercícios físicos e mantenha seu pet sempre em ambientes mais frescos.

Benefícios da CASTRAÇÃO

Castração

Castração traz benefícios para o seu pet
Cirurgia não traz consequências apenas para o controle populacional. Ela ajuda também a previnir cânceres e acaba com alguns maus hábitos
Dâmaris Thomazini

A castração, procedimento de retirada dos testículos dos machos e dos ovários e do útero das fêmeas, está longe de se limitar apenas a consequências no campo do controle populacional. A cirurgia, dizem os especialistas, evita que os pets apresentem tumores de próstata e de mama, além de ajudar a moldar o comportamento dos bichinhos em relação à agressividade e à demarcação de território – típicos durante o jogo de conquista do sexo oposto.
“Nas cadelas não castradas, a incidência de câncer de mama é de 26%. Se castradas antes do primeiro cio, a incidência cai para 0,5%”, explica o cirurgião oncologista da Clinivet Thiago Sillas. Já nas gatas, a castração antes dos seis meses de vida previne 90% dos tumores de mama.

Para que a prevenção ao câncer seja maior, o ideal é que a castração seja feita antes da maturação sexual dos pets:
Cães
Machos – antes dos oito meses de vida (raças de pequeno porte); antes de 12 ou 14 meses (raças de grande porte);
Fêmeas – antes dos seis meses de vida.
Gatos
Machos – antes dos oito meses de vida;
Fêmeas – antes dos seis meses de vida.
Observação: Uma cadela com filhotes recém-nascidos precisa esperar de 30 a 40 dias para ser castrada. Para gatos, o procedimento exige mais rapidez, pois, enquanto as cadelas entram no cio a cada seis meses, uma gata pode ficar prenha ainda durante o período de amamentação.
Gato que voa?
Além dos miados estridentes, gatos não castrados e que vivem em apartamentos podem sofrer a síndrome do “gato voador”: “Ao sentirem necessidade de cruzar, diante do cheiro de um animal no cio, eles podem se jogar pela janela”, revela a médica veterinária Simone Guérios.
Um cão mais sociável
Jonathan Campos / Gazeta do Povo
Diante da agressividade do maltês Tobi, sempre que avistava uma fêmea no cio, a farmacêutica Renata Ratto decidiu castrá-lo aos quatro anos de idade. “Ele fazia muito xixi nos vasos de plantas de casa, agarrava bichinhos de pelúcia e ficava muito bravo perto de fêmeas”, conta a dona. A cirurgia só não foi feita antes porque Renata pretendia cruzá-lo, mas o estopim para castração aconteceu quando Tobi tentou morder um amigo de Renata que tentava proteger uma cadela. Dois dias após a cirurgia, Tobi já estava animado como sempre e Renata percebeu que um cão muito mais educado voltou ao lar. “Ele está mais calmo e a demarcação diminui muito”, diz a dona satisfeita.
A maioria destes benefícios só está garantida quando o procedimento é realizado antes da puberdade (ver quadro). “Após dois anos de idade, a castração de fêmeas não protege contra o câncer e infecções no útero, mas interrompe alguns processos do cio, como o sangramento”, explica a professora de técnica cirúrgica do curso de Medicina Veterinária da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e coordenadora da Unidade Móvel de Esterilização e Educação (Umes) ou Castramóvel, Simone Guérios.
A necessidade de reprodução pode deixar os cães mais agitados e fazer com que as gatas miem demais durante as madrugadas. “Estes comportamentos costumam incomodar os donos e, com a castração, eles deixam de ser repetidos”, diz a médica veterinária da Clínica Mania de Gato Marúcia de Andrade Cruz. Em animais já adultos, a cirurgia não interrompe as manias de demarcação e de fugas noturnas, por isso é recomendável que o procedimento seja feito antes que eles criem estes hábitos.
Projeto visa educar donos de animais
Educação, em vez de castração em massa. Esse é o principal objetivo da Unidade Móvel de Esterilização e Educação (Umes), popularmente chamada de Castramóvel. O projeto da Universidade Federal do Paraná, que conta com um centro cirúrgico dentro de um ônibus, funciona em parceria com a prefeitura de Curitiba, desde 2010. Dentro do centro cirúrgico, cães e gatos são castrados somente depois que seus donos assistem às palestras sobre guarda responsável e saúde animal.
“Após esta etapa [das palestras], os animais passam por uma checagem física, vacinação, exames de sangue e ultrassom e [só então] acontece a cirurgia”, explica a bióloga da Rede de Proteção Animal da prefeitura Sueli Kiniko Sasaoka.
Cerca de 12 animais são operados a cada ação, mas a educação é a parte mais importante do processo. “Recebemos críticas, pois muitas pessoas acham que deveríamos atender todos os cães e gatos abandonados, mas uma das condições para a castração na unidade é que o animal tenha um dono. Sem esta conscientização, não é possível diminuir o número de animais nas ruas”, analisa a coordenadora do projeto, Simone Guérios.
O serviço é prestado apenas à população de baixa renda e de forma gratuita – em clínicas veterinárias, a cirurgia custa em torno de R$250 a R$600.
Vantagem em qualquer idade
Não há limite de idade para que um animal possa ser castrado. A única diferença é que, antes da cirurgia, pets idosos precisam passar por um check-up mais detalhado, além de fazerem os exames de sangue. “O animal idoso é castrado para o tratamento de doenças hormonais que podem ser evitadas e até curadas após a cirurgia, como câncer de próstata e de testículos”, diz a coordenadora do Castramóvel, Simone Guérios.
Os veterinários tranquilizam os donos que temem pela vida de seus bichos dentro de um centro cirúrgico: o procedimento nas fêmeas é feito com apenas um pequeno corte no abdômen e nos machos é mais superficial, pois não invade a cavidade abdominal. “No primeiro dia, eles podem ficar mais abatidos, mas depois já mostram a mesma disposição. A recuperação é boa e, em sete dias, os pontos podem ser retirados”, explica o cirurgião oncologista da Clinivet Thiago Sillas.

Por que alguns cães comem fezes?





Certamente você já soube de algum cão que come as próprias fezes ou, infelizmente, seu próprio pet pratica esse hábito nada adequado. Saiba que esse ato pode indicar problemas na nutrição. Segundo a médica veterinária do Hospital Veterinário Pró Vita Rhéa Cassuli Lima dos Santos, doenças gastrointestinais ou metabólicas podem desencadear esse tipo comportamento.

“É comum o cão comer fezes, embora algumas raças sejam mais predispostas a essa conduta. As causas podem ser simplesmente comportamentais (mau hábito) ou metabólicas (deficiências nutritivas, doenças de má absorção ou por características dos alimentos oferecidos). É importante consultar um veterinário e pesquisar as possíveis causas”, explica Rhéa.

E é claro que se alimentar das próprias fezes – ou de fezes alheias – pode fazer mal à saúde do cão. De acordo com a veterinária, “esse costume pode causar vômitos, diarreias e verminoses, principalmente quando o animal consome fezes de outros animais”, alerta.

Diante disso, há como evitar essa situação? Para Rhéa, é possível contornar o caso sim! “Primeiro, é importante pesquisar o motivo desse comportamento e eliminar possíveis causas metabólicas. E depois, é preciso buscar o auxílio de um profissional especialista em comportamento para ajudar a mudar essa atitude do cão”, resume a veterinária.




Serviço:
Hospital Veterinário Pró Vita

Assessoria de Imprensa kakoi Comunicação
Tel: (41) 4141-4663

Email: imprensa@kakoi.com.br

Alimentação Natural é melhor que ração?

Essa é uma pergunta que escuto com muita frequência no consultório, por trabalhar também com Alimentação Natural (ou simplesmente AN).
Afinal, você sabe o que significa Alimentação Natural (AN)? Existem tipos diferentes de AN? Existem restrições ou todos os pets podem comer? Quais as principais diferenças entre AN e as rações?
Quando falamos em Alimentação Natural (AN) muitas pessoas ainda imaginam que significa servir as sobras da nossa própria comida para os mascotes, entretanto não é tão simples assim. Cães têm necessidades diferentes das dos humanos e, além disso, alguns temperos usados por nós são muito perigosos para eles, como a cebola, por exemplo.
A AN consiste em oferecer uma alimentação saudável, balanceada, com ingredientes de alta qualidade, selecionados e que supram todas as suas necessidades. Na AN não é permitido o uso de qualquer tipo de aditivo químico. Ela pode ser cozida, crua com ossos ou sem ossos. Há bastante discussão entre os veterinários sobre a AN crua com ossos, pois pode causar acidentes. Então, se você optar por esse tipo de alimentação, só ofereça ossos quando o pet estiver sob supervisão. A crua, seja ela com ou sem ossos, precisa passar por um período de congelamento prévio antes de ser oferecida, pois podem haver contaminantes que põem em risco a saúde do pet e por isso é melhor não arriscar. A AN cozida é considerada a mais segura, pois oferece a menor possibilidade de conter contaminantes, contudo, por termos de cozinhar os ingredientes, é a que demanda maior tempo de preparo.
Se você pensa em mudar a alimentação do seu cão, o primeiro passo é levá-lo a um veterinário de sua confiança para um check up, para ter certeza de que ele está realmente saudável. Se estiver tudo ok, excelente. Está apto a iniciar a transição para a AN! No entanto, se aparecer alguma alteração nos exames do seu amigo, não desanime, ele também vai poder comer AN! Para isso, basta que você procure um veterinário apto a elaborar uma dieta exclusiva para seu mascote, que supra as suas necessidades especais. Assim como existem rações específicas para diferentes doenças, também é possível formular dietas específicas para as diferentes necessidades dos pets. E falando em ração, afinal qual a diferença que existe entre ração e AN? Hoje estamos cada vez mais atentos à nossa alimentação, comendo alimentos saudáveis, sem transgênicos, preferindo opções sem corantes, sem conservantes, as mais naturais possíveis. Por que seria diferente com a alimentação dos nossos pets?
O professor Márcio Brunetto, especialista em nutrição animal da Faculdade de Medicina Veterinária da USP, já reconheceu os benefícios da AN. E muitas pesquisas sugerem que, quanto mais industrializado o alimento, mais químicos são utilizados e mais mal podem fazer a saúde do seu melhor amigo. Você prefere comer uma lasanha industrializada, cheia de produtos químicos ou uma com ingredientes selecionados e escolhidos a dedo, sem corantes, conservantes ou qualquer aditivo, feita com todo cuidado e carinho?
Com a AN, seja ela cozida, crua sem ossos ou crua com ossos, conseguimos alcançar os mesmos níveis nutricionais de qualquer ração super premium, porém sem utilizar restos de frigorífico, farinhas de ossos ou de sangue, penas e bicos de aves, transgênicos, corantes, conservantes, entre outros subprodutos comumente utilizados nas fábricas de rações e presentes em seus rótulos.
Você sabe realmente o que tem oferecido ao seu melhor amigo? Você presta atenção no rótulo dos alimentos que oferece ao seu cão? Você se importa com a saúde dele? Quem sabe pensar, pesquisar sobre o assunto e oferecer um alimento que você consegue distinguir o que está servindo, não apenas uma “bolinha marrom ou colorida”?
Escrito por Fabíola Monteiro, médica veterinária responsável pela empresa Panela do Pet, especializada em alimentação natural desidratada, ração natural sem corantes, conservantes ou aditivos químicos. Saiba mais sobre a Panela do Pet em www.paneladopet.com.br ousac@paneladopet.com.br

http://portaldodog.com.br/cachorros/alimentacao/alimentacao-natural-e-melhor-que-racao/

COSCIENTIZAÇÃO - PARA que NÃO APLIQUEM INJEÇÃO ANTICONCEPCIONAL



PARA AS FÊMEAS, ontem perdemos mais uma gatinha vítima desta maldita injeção, ela estava com os filhotes todos mortos e uma infecção enorme, foi pra cesária e não resistiu...que dó!!! A SOLUÇÃO PARA NÃO TER FILHOTES É A CASTRAÇÃO, se a gata já tiver cruzado, os bebes morrem e a mãe também, mtas vezes a gata entra em trabalho de parto, mas não tem dilatação, morre de forma terrível. Qdo não engravida, acontece como foi com a Safira (foto), um enorme tumor. Safira tem menos de 2 anos, conseguimos salvá-la, mas já perdemos mtas que chegam ao abrigo com bebês mortos.

VC É UM CRIADOR DE FUNDO DE QUINTAL ??






Se você cruza o seu "cão de estimação" você é um criador de fundo-de-quintal, não importa se o seu cão more dentro da sua casa, na varanda, no quintal, ou no canil mais "chique" do país. O termo é "criador de fundo-de-quintal", mesmo que você não admita.
. Se o seu "cão de estimação" tem um ótimo pedigree, isso é ótimo, mas não muda nada. Ainda assim você não tem o direito moral de cruzá-lo.
. Se o seu "cão de estimação" te custou U$ 3000,00, fique feliz por ter tido condições financeiras para tê-lo comprado. Isso contudo não lhe dá o direito de cruzá-lo.
.Se você acha que pode no mínimo conseguir seu U$ 2,000.00 OU 3,000.00 de volta se você cruzar o seu cão de estimação somente um vez, tenha vergonha disso!!!
Se esse é o caso você não passa de um criador de fundo-de-quintal que cruza cães com a intenção de conseguir uns trocados de volta. Essa categoria é geralmente conhecida como "cachorreiro", o que é ainda pior que um criador de fundo de quintal.
O pior engano que criadores de fundo de quintal cometem é não conhecerem os custos associados à gestação e nascimento de uma ninhada. Se fizer as coisas com um mínimo de responsabilidade as chances de ter algum lucro são praticamente NULAS.
Lembre-se que na gestação ou no parto sua cadela pode ter complicações sérias. Você está preparado para arcar com os custos do veterinário ou você simplesmente irá correr os riscos?
Se você ainda está disposto a cruzar o seu cão, mas nunca ouviu falar de displasia, ou não está disposto a gastar grana com uma bobagem como fazer a chapa de displasia do seu cão antes de pensar em cruzá-lo então você CERTAMENTE não passa de um "criador de fundo-de-quintal". 100% dos cães devem ser radiografados ANTES de serem cruzados. Cães displásicos JAMAIS devem ser cruzados, já que se trata de uma moléstia fortemente transmissível. 92% dos filhotes de pais displásicos desenvolvem o problema ao longo de suas vidas!
Criadores de fundo de quintal vendem filhotes que estão fora do padrão da raça para compradores que estão fora do padrão de proprietários responsáveis.
Eles cruzam cães por diversas razões. Nenhuma delas são fundamentadas e acabam contribuindo para as estatísticas de cães abandonados e sacrificados.
Criadores de fundo-de-quintal irão sempre garantir que TODOS os seus filhotes irão para lares decentes. Eles acreditam nisso, mas em geral isso é longe de ser o caso. De fato, poucos serão os que terão sorte de irem para um lar onde serão bem tratados e cuidados por todo o período de suas vidas, e não apenas nos primeiros meses, até a "novidade" acabar. A maioria deles acabará abandonado pelas suas famílias, negligenciados, maltratados, ou deixados sozinhos num canil público, onde acabarão encontrado, sempre numa mesa fria, a agulha não descartável do veterinário da saúde pública, carrasco oficialmente responsável em por um fim na vida do melhor amigo do homem.
A decisão de vender ou não um filhote para um determinado comprador é das mais importantes para o criador responsável. Já o criador de fundo-de-quintal, desesperado em vender a ninhada logo, para assim conseguir recuperar um pouco do seu maldito dinheiro, não serão tão criteriosos, e a maioria dos filhotes acabarão adquiridos no impulso do comprador, que achou o filhote bonitinho, ou por que o filho quer um cãozinho de presente de aniversário.

LEI Nº 13.914/11 - CRIAÇÃO E COMÉRCIO DE ANIMAIS DOMÉSTICOS em Curitiba - COMO DENUNCIAR e acabar com essa atividade.






Seguem abaixo orientações de como fazer a solicitação de fiscalização contra os criadores e comerciantes exploradores de animais:
Fazer a denuncia na Rede de Defesa e Proteção Animal da Prefeitura de Curitiba.

- O procedimento é simples: abrir ocorrência pelo site www.central156.org.br/ ou pelo fone 156 da prefeitura de Curitiba.
- O fone direto da rede é 3350 8933 para falar com um dos coordenadores SE AINDA TIVER ALGUMA DÚVIDA DE COMO DENUNCIAR.

- Para que ocorra a devida fiscalização e atuação da equipe de fiscalização deve-se sempre abrir a ocorrência pelo fone 156 ou pelo site da prefeitura de Curitiba.
www.central156.org.br
Caso se depare com casos de criação e comercio de animais em shopings centers, feiras, pet shoping e aviários, a orientação é que seja logo aberta a solicitação de fiscalização.todos estão e são ilegais, tem até shoping chique praticando o comércio ilegal.
Quanto mais gente denunciar e pedir a fiscalização o cerco aos exploradores vai se fechar!
As denúncias devem ser coerentes e verdadeiras!!
Orientem também amigos, parentes, vizinhos e as pessoas em geral para que NÃO COMPREM ANIMAIS, POIS QUEM ALIMENTA ESSE TIPO DE COMERCIO CRUEL E COVARDE SÃO AS PESSOAS QUE POR FALTA DE INFORMAÇÃO ACABAM COMPRANDO E DANDO CONTINUIDADE AO COMERCIO E A CRIAÇÃO DE ANIMAIS.

Não seja cumprice dessa covardia, eles não sabem se defender!!!!!!

Câmara aprova em 2º turno lei que proíbe uso de cavalos por carrinheiros


A Câmara Municipal de Curitiba aprovou em segundo turno na manhã desta segunda-feira (28)projeto de lei que proíbe o uso de veículos puxados por cavalos e outros animais nas vias da capital paranaense. Todos os 30 vereadores presentes à sessão foram favoráveis ao projeto. A proposta, de autoria do Executivo, havia passado pelo primeiro turno. Como houve emendas na segunda votação, o texto precisa ter sua redação final aprovada pelo plenário antes de ser enviado à sanção do prefeito Gustavo Fruet (PDT). A votação ocorre já na sessão desta terça-feira (29).


Leia mais...

http://www.gazetadopovo.com.br/vida-publica/camara-aprova-em-2-turno-lei-que-proibe-uso-de-cavalos-por-carrinheiros-0yw3mnuur9da46vu17veojb3w


Foto abaixo enviada a Sociedade Protetora dos Animais de Curitiba (SPAC) em agosto de 2015. O cavalo não conseguia puxar a carroça. Com interferência de terceiros os responsáveis pelo animal retiraram mais da metade da carga da carroça antes de continuar. Não tivemos notícia deste animal que certamente continua sofrendo o mesmo abuso.
O Projeto de Lei municipal que proíbe a tração animal e a permanência de grandes animais soltos ou atados por cordas, ou outros meios, em vias e logradouros públicos, seguirá para segunda votação na próxima segunda-feira, 28 de setembro, às 9 hrs na Câmara Municipal de Curitiba. Este PL foi aprovado por unanimidade em primeira votação e é preciso o apoio de todos para sua aprovação em segunda votação, seja comparecendo a Câmara ou através de mensagens via e-mail para os vereadores de Curitiba (e-mails vereadores).
Tem havido manifestações contra esta proibição no que envolve a questão social das pessoas que se utilizam deste meio para coleta de recicláveis. Ocorre que a utilização da tração animal no meio urbano é tão prejudicial para os animais (geralmente cavalos) quanto é para a população. Os maus tratos são inerentes a esta atividade, além do risco para o trânsito, tanto com a presença das carroças quanto dos animais que são mantidos inadequadamente e acabam soltos em via pública (ou propositalmente abandonados por seus responsáveis quando adoecem, se ferem ou não aguentam mais se levantar por desnutrição, desidratação, esforço extremo)
As pessoas que trabalham com a a coleta de recicláveis (e frizamos tem função fundamental na sociedade) precisam sim de apoio de várias formas, mesmo os que não utilizam a tração animal. É preciso ajudar a mudar a realidade destas pessoas com melhores condições de trabalho e outras medidas de inclusão e viabilização de oportunidades. Manter a tração animal não é a solução para o problema social e é um abuso que ocorre diariamente contra os animais que também são protegidos por lei. Prática de abuso e maus tratos contra animais é crime e também uma questão moral para sociedade.
Assistência gratuita não tem sido suficiente para livrar estes animais do sofrimento. Há inúmeros casos de crueldade cometidas contra estes animais mesmo com oferta sem custo de atendimento veterinário e acompanhamento, sendo que muitos são tratados e retornam com os mesmos problemas de saúde ou piores. São inúmeros os casos de maus tratos aos equinos já divulgados dos quais participamos diretamente com socorro, atendimento ou registro de boletim de ocorrência na Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA), ações em conjunto ou isoladas da Rede de Defesa e Proteção Animal de Curitiba (RDPA) e Centro de Controle de Zoonoses e Vetores (CCZV). Os casos são constantes, recorrentes. Os animais são submetidos ao sofrimento extremo e a maioria não sobrevive aos maus tratos.
Segue abaixo “alguns casos” de socorro a equinos no município de Curitiba dos quais participamos de alguma forma. Há muitos outros. Precisamos ajudar a mudar esta realidade! Os animais são vítimas e dependem totalmente de nossas escolhas e atitudes. Eles certamente não conseguem se ajudar…

Animais podem ser resgatados de maus-tratos sem mandado judicial



É muito comum nas nossas cidades nos depararmos com aquela cena do vizinho que se muda ou se ausenta por longo período e deixa seu pobre e indefeso cão condenado à própria sorte, sob o frio e chuva, sem água e nem comida. Comovidos com a dor e sofrimento diário do bichinho, a vizinhança e transeuntes tentam alimentá-lo, já outros denunciam o abandono à polícia ou desabafam nas redes sociais.

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http://direitosdosanimais.org/website/noticia/show.asp?pgpCode=7239237A-151C-5CB5-E401-915387E5CA9C


Surto de Cinomose - Saiba o que é e como proteger seu cão!!

Cinomose

A cinomose se trata de uma doença que acomete cães mais jovens em seu primeiro ano de vida, pode também infectar animais mais velhos que por alguma razão não tenham sido imunizados anteriormente com vacinas próprias, ou que por alguma doença seu sistema imunológico se encontra debilitado.
cinomose pode atingir vários órgãos, é sistêmica, podendo atuar em todo o organismo, é altamente contagiosa. É uma doença causada por um vírus que sobrevive por muito tempo em ambiente seco e frio. Porém é um vírus muito sensível ao calor, luz solar e desinfetantes comuns, dura em média três meses no ambiente após a retirada do portador.
Cinomose
Como é transmitida?
A cinomose se dá através de animais que se contaminam por contato direto com outros animais já infectados, ou pelas vias respiratórias, pelo ar contaminado ou por fômites, que são objetos que já tiveram contato com o portador da cinomose.
A transmissão direta é por secreção do nariz e boca de animais infectados que é a principal fonte de infecção.
Quais são os sintomas da cinomose?
Pode haver perda de apetite, corrimento ocular e nasal, diarréia, vômito e sintomas nervosos (tiques nervosos, convulsões e paralisias), dificuldade de respirar e febre. E de acordo com o estado imunológico do animal como um todo, ele pode vir a óbito.
Basicamente, a doença se apresenta em fases, podendo pular uma delas eventualmente. Inicia-se pela fase respiratória (pneumonia e secreção nasal purulenta, o conhecido pus), e ocular (secreção ocular purulenta, ou remela, em grande quantidade).
Qual o tratamento?
Não existe. O que se pode fazer é usar medicamentos para o controle dos sintomas. É importante que o animal seja mantido em um ambiente limpo, com temperatura agradável e alimentação correta de acordo com as indicações do veterinário.
Como prevenir a cinomose?
A melhor forma de prevenir é a vacinação, que pode ser feita em uma clínica veterinária. Os cães podem ser vacinados com seis meses de idade, filhotes devem receber três doses desta vacina na primeira fase da vida. Posteriormente os cães devem receber uma dose da vacina anualmente. Saiba mais sobre a vacinação de cães.
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A cinomose no Brasil
Com uma população canina de mais de 37 milhões, o Brasil conta com, apenas, cerca de 7 milhões de cães vacinados anualmente; o que significa que a maior parte dos cachorros do País permanecem suscetíveis à contaminação da doença.
Embora, periodicamente, haja campanhas especiais para conscientizar a população que tem bichinhos de estimação como parte da família – oferecendo, inclusive, a vacina para os cães de maneira gratuita - o número de vacinações no País ainda deixa muito a desejar; levando em conta que, além da cinomose, há uma série de outras doenças contagiosas e bastante prejudiciais para os animais, que seguem sem proteção.
Com isso, a cinomose segue se espalhando pelo País, sendo que, em algumas cidades específicas – como em Alfenas, em Minas Gerais – o aumento do número de casos da doença tem sido considerável. No mês de junho de 2013, inclusive, o município chegou a ser considerado um local em surto de cinomose, tamanha a quantidade de cães infectados pela doença sendo atendidos pelos médicos veterinários da região.
Mesmo que esse tipo de ocorrência de surto seja, de certa forma, isolado e um tanto quanto pontual no País, a situação é preocupante – tendo em mente que há quase 30 milhões de cachorros não vacinados espalhados pelo Brasil – e, sem que a população se conscientize, esse problema tende a crescer cada vez mais. 

A contaminação de cães pela cinomose
Conforme citado anteriormente, a cinomose é uma doença transmitida por um vírus altamente contagioso de tipo RNA – ou seja, que conta com material genético denominado RNA, que pertence a família paramixovirirdae gênero morbilivírus. Poderoso, este vírus pode sobreviver em um ambiente por algum tempo se as condições climáticas forem ideais para isso e o local for frio e seco – sendo que, mesmo em ambientes quentes e úmidos (pouco propícios para a sua sobrevivência), ele pode chegar a viver por cerca de um mês.
Também chamado de vírus CDV – Canine Distemper Virus, o responsável pela cinomose é bastante agressivo e oportunista, e atinge, principalmente, cães que por alguma razão tenham seu sistema imunológico enfraquecido; como filhotes, cachorros idosos ou que já estejam enfraquecidos em função de alguma outra doença ou problema como o estresse.
Embora possa afetar animais de qualquer idade, no caso dos filhotes a prevalência da doença pode ser maior – principalmente nos que tem idade entre 3 e 6 meses de vida; já que esse período coincide com a perda dos anticorpos maternos presentes no corpo do animal. Entre os profissionais veterinários há, ainda, a crença de que cachorros de raças braquicéfalas (de focinho curto) apresentem uma resistência maior ao problema; no entanto, não há comprovações para essa suspeita.
Podendo, ainda, afetar todo tipo de raça de cão, há algumas tidas como mais suscetíveis à cinomose, incluindo nomes como Husky, Greyhound, Weimaraner, Samoieda e os Malamutes do Alaska.
Destacando uma taxa de mortalidade de até 85% dos cachorros acometidos (nem todos morrem por causa da doença, mas ficam com sintomas neurológicos que acabam levando o animal à eutanásia), a doença terá sua gravidade relacionada, principalmente, à região do corpo do animal que será atacada; com sintomas que se iniciam em sistema respiratório e nos olhos, evoluindo para sistema gastrointestinal e finalmente a pior parte, quando acomete o sistema nervoso.
Não havendo raças, épocas do ano ou gêneros específicos mais propensos para a contaminação, o vírus da cinomose costuma atingir os animais de maneira bastante intensa e, como a evolução da doença é rápida, em alguns casos pode ser fatal para os cães acometidos. Embora haja países em que a doença já é praticamente erradicada, o Brasil não se encaixa nesse perfil – já que apenas uma pequena parcela dos pets caninos do País são vacinados; o que aumenta muito as chances de contaminação.
Felizmente, a cinomose não é considerada uma zoonose e, portanto, não tem a capacidade de atingir seres humanos, que podem interagir com animais doentes sem maiores preocupações. No entanto, a situação muda de figura quando esta interação é entre animais; já que um cão doente pode transmitir a doença para um animal sadio de maneira quase imediata, por meio do contato direto entre eles.
As secreções liberadas pelo animal doente – seja pelas narinas ou pela boca –, além das fezes do cachorro contaminado, são agentes potentes para a transmissão da doença. Até mesmo fômites pode ser responsáveis pela propagação do problema, e alguém que entrou em contato com um cão doente pode levar a doença consigo (em suas roupas ou sapatos, por exemplo) até encontrar outros animais e facilitar a contaminação destes.

A evolução da cinomose nos cachorros
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A cinomose é uma doença de evolução bastante rápida nos cães e, cerca de 7 dias após a contaminação, os primeiros sintomas já podem começar a ser notados nos cachorros acometidos. Em muitos casos, a doença se manifesta nos animais de maneira tão agressiva, que as chances de melhora ou cura são praticamente descartadas – já que, quando o diagnóstico é feito, as alterações neurológicas já estão tão avançadas que o tratamento se torna inútil.
No entanto, o nível de agressividade da cinomose em um cão vai depender tanto das regiões afetadas pela doença como do estado em que se encontra o sistema imunológico do cachorro em questão. Animais com a imunidade em níveis adequados, por exemplo, podem chegar a eliminar o vírus sem promover a sua disseminação ou ter sintomas severos da doença – sendo os cães com baixa imunidade os mais prejudicados pelo problema (e os que correm mais riscos de morrer em função da doença).
As áreas ligadas às funções respiratória e digestiva são, na maioria das vezes, as primeiras afetadas pela doença – que, em estágios avançados, chega a alterar o sistema nervoso do animal e provocar quadros irreversíveis, além de sequelas importantes nos casos (raros) em que o animal consegue ser tratado e se recuperar.
Um dos grandes problemas da doença – e que influi muito na piora do quadro do animal infectado – é a variedade de sintomas que ela provoca, dificultando um diagnóstico preciso. Boa parte dos animais que acabam chegando ao óbito, mesmo sendo tratados a partir do surgimento dos primeiros sinais da doença, sofrem por receberem o tratamento errado; que, na maioria das vezes, se concentra em eliminar os sintomas de maneira isolada (já que a origem do problema, até então, é desconhecida).
Ao cuidar de sinais pontuais e sem saber da presença da cinomose, é possível promover uma melhora significativa no animal; no entanto, essa aparente recuperação dura pouco tempo, e os sintomas e consequências da doença ressurgem no animal de maneira ainda mais agressiva.
Independentemente do tipo de tratamento, infelizmente, a cinomose é uma doença que gera uma sobrevida relativamente curta nos animais que conseguem se recuperar e; conforme descrito anteriormente, os cães infectados precisam de medicamentos específicos para ter o máximo de qualidade de vida possível enquanto o mal se espalha.

Como identificar a cinomose no seu pet
Conforme descrito acima, ter o diagnóstico correto é fundamental para que um cão tenha chances de se recuperar da cinomose e poder viver além da doença. Portanto, é essencial que os donos de pets estejam sempre atentos aos principais sinais que ocorrem com o surgimento do problema. Confira, a seguir, uma lista de sintomas comuns aos cachorros infectados pela doença – expostos de maneira crescente, de acordo com a evolução da doença no corpo do animal:
  • Tosse
  • Espirros
  • Febre
  • Perda de apetite
  • Apatia (o cão não tem vontade de fazer nada)
  • Vômitos
  • Diarreia
  • Secreções nasais
  • Secreções oculares (conjuntivite)
  • Falta de coordenação motora (o cão parece estar “bêbado”, “descadeira”)
  • Tiques nervosos
  • Mioclonias (contrações musculares involuntárias)
  • Convulsões
  • Paralisia
Vale a pena lembrar que, tanto a evolução de sintomas neurológicos como o surgimento de qualquer tipo de sinal da cinomose varia muito de um caso para o outro e, portanto, não há como prever que tipo de consequências o problema pode causar e nem se a doença irá desencadear sinais perceptíveis até chegar a um nível bastante avançado.
Um dos sinais neurológicos mais característicos da cinomose é a mioclonia – que promove a contração involuntária dos músculos do animal – considerada um sintoma específico da doença e que também pode ocorrer em função de outros problemas causados pelo paramixovírus.
Quando a cinomose chega a afetar o sistema neurológico dos cachorros o quadro já pode ser considerado bem grave, e consequências como meningite, paraplegia e tetraplegia podem ocorrer, assim como um quadro de coma (que, na maioria dos casos, evolui para a morte do animal em pouco tempo). Além destes, sintomas mais variados também podem ocorrer em casos específicos, incluindo abortos e partos prematuros em cadelas, lesões ósseas, alterações no esmalte dentário do cão e infecções diversas.